Bancários de Campo Grande dão suporte aos funcionários do BB e Bradesco que tiveram agências explodidas

 

 

Dirigentes sindicais em frente à agência do BB que foi explodida

Dirigentes sindicais em frente à agência do BB que foi explodida

A Polícia Civil de Selvíria investiga as explosões e o roubo nas agências que envolveu seis homens encapuzados, em dois carros de luxo – Os diretores do Sindicato dos Bancários de Campo Grande-MS e Região, Edvaldo Barros, Carlos Adriano Rolon e Rubens Jorge Alencar estão em Alcinópolis para dar suporte e assistência aos funcionários do Banco do Brasil e do Bradesco que tiveram maior parte de suas agências e caixas eletrônicos explodidos na madrugada desta quarta-feira (6) pela mesma quadrilha.

“O Banco do Brasil e o Bradesco estão fechados e sem atendimento ao público por tempo indeterminado. A agência do Banco do Brasil terá que ser reconstruída. Estamos em Alcinópolis dando assistência e suporte aos bancários lotados nessas unidades e avaliando o prazo de reabertura das agências”, enfatizou o presidente do Sindicato, Edvaldo Barros.

 Investigação

 A Polícia Civil de Selvíria está investigando as explosões e o roubo nas agências dos bancos Bradesco e BB que envolveu seis homens encapuzados, em dois carros de luxo.

 O delegado, Fernando Casatti, responsável pelas investigações em Selvíria, apontou que a mesma ação foi realizada nos dois crimes. As “armadilhas” usadas para furar os pneus das viaturas, também foram utilizadas em Alcinópolis. “Os miguelitos, que é o apelido dessas estrelas de ferro, são idênticos aos apreendidos aqui”, comentou o delegado.

Normalmente, explicou o delegado, os bandidos usam pregos para fabricar os “miguelitos”, porém nos dois casos eles usaram vergalhos soldados. 

Ele relatou que vai entrar em contato com o delegado Gustavo Mussi, de Alcinópolis, para realizar trabalho em conjunto. “Vou tentar visualizar as câmeras de segurança, para ver se encontramos algo”, apontou. Casatti espera conseguir informações diferentes com o delegado, que possa auxiliar nas investigações.

 A suspeita é de que as quadrilhas não pertençam ao Estado, pois outros crimes com as mesmas características ocorreram em cidade de São Paulo, mas este é o segundo em Mato Grosso do Sul.

Fonte: SEEB-CGMS com informações Campo Grande News

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