possenovosfuncionrios_043.jpg

possenovosfuncionrios_043.jpgCerca de trinta novos funcionários do Banco do Brasil tomaram posse de seus cargos nesta segunda-feira (19/1) na Paraíba. A solenidade foi realizada nesta tarde na Gepes (Gestão de Pessoas) e contou com a participação dos diretores do Sindicato dos Bancários da Paraíba (Seeb-PB) Marcos Henriques e Silva, secretário-geral, e Francisco de Assis Chaves (Chicão), diretor de Estudos Socioeconômicos, que transmitiram algumas orientações durante a abertura do curso de introdução e treinamento dos novos funcionários.

O principal ponto discutido pelos diretores e bancários foi a importância do movimento sindical na defesa dos direitos dos trabalhadores e contra a tendência de "maquinização" imposta pelo mercado moderno. Para o diretor do Sindicato e membro do conselho fiscal da Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), Francisco de Assis, o banco tem um papel fundamental no desenvolvimento do país.

"O Banco do Brasil tem que ser um banco diferente, com visão voltada para o desenvolvimento socioeconômico, inclusive dispensando atendimento adequado e digno à população. A instituição deve servir de referência aos bancos privados e não para atuar nos moldes destes, pois se trata de uma instituição de capital público", explicou Chicão.

Durante o evento, os diretores também afirmaram a importância do contraponto feito pelo movimento sindical para a manutenção dos direitos trabalhistas e da luta por novos direitos. Segundo o secretário-geral do Seeb-PB, a proposta da conversa foi mostrar aos funcionários como funciona a estrutura sindical vigente, enfatizando a atuação positiva da entidade e convidando-os para a filiação.

Ele aproveitou para tecer críticas pertinentes à situação do Banco do Brasil em suas mais diversas áreas de atuação. "A visita teve como objetivo alertar os funcionários que estão ingressando no banco sobre o desvio da função social que vem transformando a instituição em um banco de mercado e os funcionários em meros vendedores, secundarizando o potencial que cada um tem de ser um agente de desenvolvimento", concluiu Marcos Henriques.

Fonte: Seeb-PB / Marina Magalhães