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Crédito: Júlio Cesar Costa/Seeb Campinas
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Reunidos em assembleia no final da tarde desta quinta-feira (24), na sede do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região, os trabalhadores aprovaram a continuidade da greve nesta sexta-feira (25) e na segunda-feira (28). No primeiro dia, a paralisação atingiu 102 locais de trabalho (agências/postos/ponto de venda/departamentos) em Campinas e 12 cidades da região, envolvendo 2.500 bancários.

Em Campinas, 2.100 bancários entrarem em greve em 75 locais de trabalho, nas seguintes instituições: Banco do Brasil, Caixa Federal, HSBC, Itaú, Mercantil do Brasil, Nossa Caixa, Santander, Real, Safra, Unibanco, Fininvest e Bradesco.

Na região, a greve atingiu 27 locais de trabalho nas cidades de Americana, Amparo, Cosmópolis, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Louveira, Nova Odessa, Paulínia, Sumaré, Valinhos e Vinhedo, e contou com a adesão de 400 trabalhadores bancários.

Para o presidente do Sindicato, Jeferson Boava, a greve deflagrada em todo o país começou forte em Campinas e a tendência é crescer a partir desta sexta-feira (25) na região. "Sem nova proposta dos bancos, é greve", afirmou.

O sindicato realiza nova assembleia na próxima segunda-feira, dia 28, às 17h.

Abaixo a repressão trabuquiana

No primeiro dia da greve a truculência imperou nas agências do Bradesco (Urbano/Centro, Prime, Glicério e Carmo) em Campinas. O direito de greve foi desrespeitado e os bancários duramente reprimidos pela polícia, chamada pelo banco. Inclusive tentaram prender os dirigentes sindicais. O que não aconteceu porque o advogado do sindicato chegou a tempo. Abaixo a repressão trabuquiana, a ditadura já acabou!

Fonte: Seeb Campinas