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A greve nacional dos bancários chegou ao oitavo dia na quinta-feira 1º de outubro. Cerca de 35,5 mil trabalhadores permaneceram de braços cruzados em 796 locais de trabalho de São Paulo, Osasco e mais 15 municípios da região.

Além das agências, ficaram fechados os prédios administrativos da Nossa Caixa (Rua do Tesouro, XV de Novembro, Líbero e Álvares Penteado e Praça da República), Unibanco (Patriarca e Boa Vista) Banco do Brasil (Complexo São João, Verbo Divino, Compe e Gecex III), Caixa Econômica Federal (São Joaquim, Rirop Brás e Sé), HSBC (Call Center), além das terceirizadas Fidelity, com mais de 1.500 trabalhadores.

Os bancários iniciaram a greve no dia 24 de setembro por aumento real de salários, PLR maior, respeito aos empregos, mais saúde e segurança nos locais de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral.

"A proposta rebaixada apresentada pelos banqueiros no último dia 23, de reajuste de 4,5% e PLR menor que a do ano passado, deixou a greve como única saída para os trabalhadores", lembra o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino, que integra o Comando Nacional dos Bancários.

Fonte: Seeb São Paulo