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pccs_bb_cartaz.jpgA diretoria do Sindicato dos Bancários da Paraíba vai realizar diversas atividades na próxima semana, por melhores condições de trabalho e de vida dos funcionários do Banco do Brasil. Em todo o país, o funcionalismo do BB vem realizando atos públicos e paralisações parciais para denunciar o descaso à sociedade e exigir que a direção do Banco cumpra os compromissos assumidos na última campanha salarial, especialmente quanto à implantação do Plano Odontológico, contratação de mais funcionários, implantação de um Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) e o fim do assédio moral. Na capital paraibana, o Sindicato vai mobilizar o funcionalismo do BB e realizar diversas atividades (ato público e paralisação parcial) no dia 3 de março, em locais e horários a definir.
 
Veja, abaixo, como anda a mobilização no país:

Sindicato do Ceará faz ato para cobrar plano odontológico e PCCS no BB

O Sindicato dos Bancários do Ceará (Seeb-CE) realizou na sexta-feira, dia 19/2 manifestação contra a falta de respeito do Banco do Brasil, que até agora não implantou o plano odontológico na Caixa de Assistência (Cassi), conforme compromisso assumido em 2008.

Durante toda manhã, os dirigentes do Sindicato estiveram na frente da Agência Aldeota para cobrar a implantação imediata da assistência bucal e mobilizar os bancários para novos protestos caso o BB não atenda os trabalhadores.

"Infelizmente o Banco do Brasil, com 200 anos de existência, e a Cassi, com quase 100 anos, tem um plano odontológico deficiente. Cobramos a implantação imediata de um plano odontológico, a contratação de mais funcionários e de um PCCS justo!", disse Bosco Mota, diretor do Seeb/CE e funcionário do Banco do Brasil.

Negociações – Já faz mais de uma década que os funcionários do Banco do Brasil lutam por um plano odontológico na Cassi. De lá para cá, foram muitas idas e vindas nas negociações com o banco, que só aceitou viabilizar a assistência em 2008, após muita pressão dos sindicatos e dos associados. Mas, apesar do compromisso assumido há um ano e meio, até agora a direção da empresa não implantou o plano odontológico.

O primeiro esboço da assistência bucal é de 2001, quando os sindicatos conseguiram arrancar do BB um projeto para a implantação do serviço. Em 2003, após vários estudos e pesquisas, a Cassi finalizou a concepção do programa de saúde bucal.

Em 2005, o plano recebeu o registro da Agência Nacional de Saúde, cumprindo todos os requisitos legais para entrar em funcionamento. Apesar dos avanços, a direção do Banco do Brasil se recusava a aprovar o plano odontológico, alegando que antes era preciso solucionar o déficit financeiro da entidade. Após dois anos de negociações e muita pressão do funcionalismo, o problema financeiro foi superado e desde 2008 o plano já deveria estar em funcionamento.

Condições de Trabalho – Os diretores do SEEB/CE indignaram-se com as péssimas condições de trabalho que os bancários do BB vêem enfrentando. A Agência Aldeota, a Comercial da Aldeota, Mesa de Crédito e a Superintência estão há dois meses com problemas nos aparelhos de ar condicionado. Além disso, os diretores cobraram mais contratações para melhorar as condições de atendimento dos clientes.

"Nós viemos cobrar uma postura digna do BB nas mesas de negociações, porque vida de bancário é cumprir metas do Banco, que não se digna a cumprir os acordos", disse José Eduardo, diretor do Sindicato. Os diretores convocaram os funcionários do Banco a se mobilizarem por melhores condições de trabalho e declararam que se não houver ações do Banco nesse sentido, haverá paralisações.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Ceará 

 
Funcionários do BB exigem PCCS e plano odontológico em Porto Alegre

Os empregados do Banco do Brasil realizaram manifestação nesta sexta, dia 19, em frente ao prédio da rua Uruguai, pedindo à direção do banco mais seriedade nas negociações e o cumprimento dos acordos firmados nas últimas campanhas salariais. Além da Capital gaúcha, houve mobilizações em Belo Horizonte, Pernambuco, Paraíba e Piauí. Em São Paulo, o ato foi antecipado para quinta, dia 18.

Plano de Carreira, Cargos e Salários  – As negociações foram retomadas no dia 3 de fevereiro de 2010, quando a Contraf-CUT apresentou as premissas que pretende ver atendidas no projeto. Discussões sobre o assunto são oriundas de 2004. Em função de acordo coletivo, foi formado um Grupo de Trabalho (GT) para discussão e apresentação de relatórios sobre Plano de Cargos e Salários (PCS) e o Plano de Cargos Comissionados (PCC) vigentes à época. O objetivo era formatar um novo PCC/PCS. Esse Grupo de Trabalho não prosperou, em função das premissas adotadas pelo BB, pois não estavam vinculadas à expectativa do funcionalismo.

As negociações prosseguem no dia 3 de março de 2010, quando serão debatidas de forma mais detalhadas questões como TAO (programa de talentos e oportunidades do BB), GDC, GPD, certificação, alçadas de comissionamentos e descomissionamentos, seleção interna e qualificação profissional, entre outros temas. Na Campanha Salarial de 2009, o banco se comprometeu a implementar o PCCS até o dia 30 de junho de 2010.

Saúde, condições de trabalho e plano odontológico – Os bancários do BB também cobraram a implantação imediata do plano odontológico, uma reivindicação histórica que começou em 2001, quando o movimento sindical conseguiu pautar um projeto para a implementação do serviço. Em 2003, após vários estudos e pesquisas, a CASSI finalizou a concepção do Programa Odontológico.

Em 2005, o plano recebeu o registro da Agência Nacional de Saúde (ANS), cumprindo todos os requisitos para entrar em funcionamento. Superados os problemas financeiros da CASSI em 2007, quando o funcionalismo aprovou a alteração do estatuto da caixa da assistência. Na Campanha Salarial de 2008, o BB se comprometeu a implantar o plano até 30 de junho de 2009.

Entre junho e dezembro de 2009, durante as negociações, o banco informou que implementaria o plano até 31 de janeiro de 2010, o que novamente não se concretizou.

"O Banco do Brasil veicula diariamente peças publicitárias afirmando que é o banco da responsabilidade sócio-ambiental, mas em contrapartida não cumpre nem os acordos firmados com seus trabalhadores. Responsabilidade social começa em casa, com seus funcionários", advertiu o diretor do SindBancários Pedro Loss.

Para o diretor do SindBancários Júlio Vivian, a postura do BB não condiz com a de um banco público. "Nos últimos anos, o BB tem adotado o papel de um banco privado, que não se preocupa com seus funcionários, com a população e com o desenvolvimento do Brasil. Atualmente, as metas abusivas impostas pela direção do BB são responsáveis pelo adoecimento dos trabalhadores e seu afastamento. As principais doenças são as psico-emocionais e LER/DORT."

O secretário-geral do SindBancários, Fábio Soares Alves (Fabinho), afirmou ser importante que haja mais comprometimento e participação dos bancários. "Hoje começa uma caminhada que queremos fazer ao lado de todos os empregados do banco. A crise mundial já é passado, e as instituições financeiras não podem mais usá-la como desculpa para não nos ouvirem."

"No fim do ano, todos verão que o lucro dos bancos será maior. Para o SindBancários, isso significa que há espaço para melhorar as condições de trabalho dos funcionários do BB. Não basta que a pauta seja interessante para nós, a direção precisa nos ouvir,e só seremos ouvidos com o auxílio de vocês, bancários. Só reclamar não resolve, é necessário participação dos funcionários", conclui Fabinho.

Já o diretor Financeiro do SindBancários, Tiago Pedroso, lembrou que o sindicato está atento às condições de trabalho nas agências, e que a ação da entidade não se resume às campanhas salariais. "Estamos trabalhando para acabar com o assedio moral, o que acreditamos que será minimizado com a instalação dos comitês de ética, uma das conquistas da Campanha Salarial de 2009", informou o diretor.

Caso a postura do banco não mude, estão previstos mais protestos nos próximos meses. O movimento sindical acredita que só assim a direção do BB ouvirá os bancários e cumprirá com os acordos firmados.

Fonte: Seeb Porto Alegre

Bancários do BB de Mato Grosso reivindicam PCCS e plano odontológico

O SEEB-MT realizou nesta sexta-feira (19) um dia de mobilização no Banco do Brasil em Mato Grosso. A ação ocorreu na sede da Superintendência do BB no Estado, onde funcionam vários departamentos do Banco e trabalham aproximadamente 200 bancários. Entre as reivindicações está a criação de um Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) digno, implantação do Plano Odontológico da Cassi sem custos para o funcionalismo. Outra pauta de reivindicação é a atuação da Cassi no interior do Estado, onde os bancários reclamam da sua inoperância.

Foram realizadas reuniões com os funcionários e discutida a importância da mobilização para futuros enfrentamentos, sobretudo se o Banco não atender as reivindicações dos trabalhadores. A direção do BB se comprometeu em apresentar no ano passado um Plano Odontológico para seus empregados, mas não o fez. O Sindicato aproveitou esse dia de luta para cobrar do banco o cumprimento dos seus compromissos, inclusive a contratação de 10 mil funcionários (compromisso firmado durante a Campanha Salarial 2009).

O Sindicato também exigiu que os funcionários do Centro de Suporte Operacional (CSO) que ficaram em Cuiabá permaneçam recebendo o valor de suas comissões, pois os serviços continuam sendo executados normalmente na Plataforma de Cuiabá, e o pagamento do Vencimento Padrão (VCP) seja feito após o término desses serviços.

Além do ato, o SEEB-MT distribuiu aos bancários uma cartilha informativa sobre assédio moral. O material produzido pelo Sindicato orienta os trabalhadores como identificar tal prática e o que fazer para se proteger.

"Hoje é um dia de luta não apenas para exigirmos PCCS e Plano Odontológico, mas para protestar contra as metas abusivas, o excesso de trabalho, a falta de funcionários e o assédio moral. Estamos unidos para exigir que o BB honre os compromissos firmados e valorize seu funcionário", argumenta o presidente do Sindicato, Arilson da Silva.

Foi marcada uma reunião com o superintendente do BB, Eloi Medeiros Junior, para esta segunda-feira (22), na superintendência do Banco.

Fonte: Seeb MT

Bancários de Teresina protestam para pressionar direção do BB

Foi com a presença maciça de empregados da agência Centro do Banco do Brasil, na Rua Álvaro Mendes, que atenderam à convocação do Sindicato dos Bancários do Piauí nesta sexta-feira (19/02) e a manifestação contra a falta de compromisso do banco teve grande repercussão na capital piauiense. Nesta unidade, todos os serviços bancários foram suspensos por uma hora em sinal de protesto.

Na faixa afixada no lado externo da unidade, os bancários exigem a implantação do Plano Odontológico; novas contratações; PCS, combate ao assédio moral e incorporações.

O diretor João Neto abriu as falações destacando a demora na implantação do plano odontológico bem como no Plano de Cargos e Salários. "Apesar de ter sido tudo acordado em negociação, o banco não toma uma atitude séria e nada muda", critica.

Ele destaca ainda a luta e firmeza dos empregados do BB no sentido de batalhar por seus direitos conquistados ao longo dos anos. "Quero saber como ficam os dez mil novos empregados que devem ser contratados pelo banco e até agora nada foi firmado", questiona o sindicalista.

Diante de tal intransigência, alerta João Neto, os bancários ameaçam tomar uma atitude radical, como realizar uma greve antes do mês de setembro, para que o BB ponha em prática o que prometeu.

Em defesa dos empregados do BB, o presidente do Sindicato dos Bancários, José Ulisses de Oliveira, fez questão de frisar que a categoria está mobilizada e foi deliberado o dia 20 de cada mês como data para que aconteçam manifestações desta natureza na porta das agências do Banco do Brasil no Piauí, "demonstrando nossa insatisfação", diz.

Para finalizar, o presidente lembrou da lei municipal, na qual o cliente não deve passar mais que 30 minutos na fila, lei esta que nunca foi exercida pelos bancos já que não existe fiscalização. "E infelizamente, a sociedade é penalizada porque reflete no atendimento ao público", lamenta, conclamando todos a cobrarem dos banqueiros novas contrações para que não haja sobrecarga de serviço para os bancários que já trabalham sob tensão e acima do seu limite.

Como exemplo, José Ulisses citou a agência do BB na cidade de Matões, no vizinho Estado do Maranhão, onde trabalham apenas cinco funcionários, sendo que um está de férias. Dos quatro que estão na agência, um deles já pediu demissão por estar sobrecarregado de serviço.

São situações como está que o Sindicato dos Bancários do Piauí pretende acabar para que o bancário tenha condições dignas de trabalho e mais orgulho de sua profissão.

Fonte: Gilson Rocha – Seebf PI

Bancários do BB de Pernambuco fazem ato por PCCS e plano odontológico

 Na última sexta-feira, 19, os funcionários do BB realizaram mobilização em todo o país em mais um Dia Nacional de Lutas. Entre as principais reivindicações, estão a criação de um Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) digno e a imediata implantação do Plano Odontológico da Cassi sem custos para o funcionalismo.

Em pernambuco, o Sindicato dos Bancários(Seec-PE)realizou ato político no CSL Recife com a finalidade de mobilizar e alertar os empregados do banco para a importância da negociação do PCCS.

Por uma questão de limitação do espaço físico no auditório no CSL, foram realizadas três palestras, (uma por cada andar). Cada palestra teve duração de 30 minutos e, após a apresentação de um esquete teatral, a diretoria do sindicato apresentou o cenário nacional de negociação, em seguida foram abertos os debates.

"A participação dos funcionários do CSL foi muito boa, o excelente nível do debate nos dá a certeza de que o tema PCCS está na pauta do dia de cada bancários do BB. Quanto maior a mobilização dos funcionários do BB, mais justo, equânime e transparente será o nosso PCCS", diz Fabiano Félix, secretário geral do Sindicato dos Bancários de Pernambuco e funcionário do BB.

A realização da campanha foi decidida na plenária nacional dos dirigentes sindicais do BB, realizada pela Contra-CUT no dia 15 de janeiro, em São Paulo.

"É muito importante que todos os funcionários do banco estejam a tentos a cada rodada de negociação da mesa temática, porque, com os bancários mobilizados, o banco certamente vai pensar bem antes de fazer uma proposta ruim", afirma Eduardo Araújo, novo coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

Fonte: Seec-PE