Os associados da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) vão às urnas de 1º a 9 de abril para renovar parte dos cargos diretivos eleitos da entidade: a diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, quatro membros do Conselho Deliberativo (dois titulares e dois suplentes) e dois integrantes do Conselho Fiscal (um titular e um suplente).

Duas chapas disputam a eleição. São elas:

Chapa 1 – Unidos pela Cassi

Diretoria de Saúde – Maria das Graças C. Machado.

Conselho Deliberativo – Fernanda Carisio, Loreni de Senger (titulares), Ubaldo Evangelista Neto e Íris Carvalho Silva (suplentes).

Conselho Fiscal – Rodrigo Nunes Gurgel (titular) e Viviane Cristina Assôfra (suplente).

Chapa 3 – Por uma Nova Cassi

Diretor de Saúde – Humberto Almeida.

Conselho Deliberativo – Maria Goretti F. Barone Falqueto, Maria Valéria Coelho da Paz (titulares), Gilberto Monteiro e Paula Goto (suplentes).

Conselho Fiscal – Ronaldo de Moraes (titular) e Marcelo Valente Antunes (suplente).

Contraf-CUT apóia a Chapa 1

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) apóia a Chapa 1 – Unidos pela Cassi, formada pelo movimento sindical cutista e outras entidades do funcionalismo do BB, como AAFBB (associação dos aposentados) e a Anabb.

"A Cassi é uma das mais importantes entidades criadas e geridas pelos trabalhadores bancários, hoje responsável pela saúde de todos os funcionários do BB e de seus familiares. Apoiamos a Chapa 1 porque ela representa a busca da unidade que sempre perseguimos como a melhor estratégia para defender os interesses dos trabalhadores", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

"Além disso, a Chapa 1 é composta por representantes das nossas entidades sindicais, inclusive pela companheira Fernando Carisio, ex-presidente do Sindicato do Rio de Janeiro e da antiga Confederação Nacional dos Bancários", desaca o dirigente sindical.

A Cassi atende hoje a saúde de mais de 800 mil pessoas em seus dois planos, o Plano de Associados e o Cassi Família (voltado para familiares dos funcionários do BB até o terceiro grau).

Nas campanhas salariais nacionais dos últimos anos, as greves dos bancários do Banco do Brasil arrancaram três importantes conquistas que dizem respeito à Cassi. Em 2007, conseguiram do banco que fizesse um aporte de R$ 300 milhões, relativos a compromissos que não vinham sendo cumpridos, e forçaram a o BB a elevar de 3% para 4,5% a sua parte da contribuição mensal referente aos funcionários contratados a partir de 1998.

E na greve de 2008 o BB assumiu o compromisso, registrado em cláusula do acordo coletivo, de implantar e custear integralmente o Plano Odontológico, antiga reivindicação dos bancários.

Fonte: Contraf-CUT