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agora__greve.jpgGreve!
Agora é a nossa vez;
a vez dos banqueiros é depois da greve…

                                              
* Francisco de Assis Chaves (Chicão)

As administrações das unidades dos bancos, em cumprimento às orientações dos banqueiros, estão tentando passar a ideia de que o momento é difícil e que a greve é inoportuna. Mas, não podemos nos deixar levar por esses argumentos.

As crises econômicas só valem quando afetam os donos do capital, pois os trabalhadores vivem eternamente em crise, sendo explorados para produzirem cada vez mais, além de serem escanteados pela automatização do processo produtivo. Isso, sem contar com os milhares de trabalhadores que vivem excluídos do processo social no mundo, sem que a burguesia faça algo para incluir essas pessoas.

Vejamos um exemplo clássico de como o capital só tem compromisso com o lucro: com um terço do dinheiro que os países aportaram na crise de 2008, para salvarem os bancos, dava pra acabar com a fome no mundo; mas isso nunca foi feito, pois é inerente ao capitalismo pensar única e exclusivamente no lucro.

Portanto, companheiros, não dá mais para adiar; não podemos abrir mão desse momento para cobrar o que nos cabe no processo produtivo socioeconômico. Por isso, o trabalhador tem que pensar em si mesmo. E é agora!

Este momento é oportuno para cobrarmos o respeito pelo nosso trabalho, através da melhoria das condições e remuneração decente, com segurança, sem exploração e sem assédio moral.

  • Nos bancos privados é hora de cobrar Plano de Previdência decente, Plano de Saúde para todos.
  • No Banco do Brasil é a hora mais oportuna para cobrarmos um Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS).
  • Na Caixa Econômica Federal é hora de cobrar…
  • No Banco do Nordeste do Brasil é hora de exigir…
  • É hora de buscarmos um piso salarial decente para todos os bancários, que são tão fundamentais para o funcionamento do sistema financeiro.

A hora é agora…
Chegou a nossa vez…
Essa é a nossa hora!

Artigo de Francisco de Assis Chaves (Chicão), dietor do SEEB – PB e conselheiro fiscal da Previ