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A greve nacional dos bancários começou forte em João Pessoa e região metropolitana, com o fechamento de praticamente 80% das agências bancárias, nesta terça-feira, 27 de setembro.

Na Grande João Pessoa, neste primeiro dia da greve dos bancários, perrmaneceram sem expediente ao público: 20 agências do Banco do Brasil; 14 da Caixa Econômica Federal; 12 do Santander; 11 do Bradesco;  8 do Itaú; 2 do Banco do Nordeste do Brasil e 2 do HSBC. Apenas o Banco Mercantil do Brasil e o Bic Banco funcionaram plenamente. No total, foram 36 agências de bancos públicos e 33 de bancos privados paralisadas.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcos Henriques essa adesão maciça se deu em resposta às provocações dos banqueiros. "Essa foi a resposta dos bancários à intransigência dos bancos, que apostaram no confronto. Ante às provocações e às negativas de concessão de aumento real de salários, os bancários cruzaram os braços logo na primeira hora; esperamos atingir cem por cento de paralisação logo nos primeiros dias, pois a revolta da categoria é enorme", concluiu.

Enquanto durar a greve, diariamente os bancários vão se reunir na sede do Sindicato, às 18h, para avaliar o movimento e trocar informações sobre a paralisação. 

Veja as principais reivindicações da categoria:
– Reajuste de 12,8% (inflação do período mais aumento real de 5%);
– Piso igual ao salário mínimo do Dieese: R$ 2.297,51 (em junho);
– PLR: três salários mais R$ 4.500 sem desconto dos programas próprios de renda variável;
– Plano de Cargos e Salários (PCS) em todos os bancos;
– Gratificação semestral de 1,5 salário para todos os bancários;
– Contratação da remuneração total dos bancários;
– Vale-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio creche/babá iguais ao salário mínimo (R$ 545);
– Auxílio-educação para todos os bancários;
– Previdência complementar para todos os bancários.

Fonte: SEEB – PB / Otávio Ivson

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