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Apenas os funcionários do BNB continuam de braços cruzados – Na assembleia, realizada no Sindicato dos Bancários da Paraíba, na noite desta quarta-feira, 26, os bancários da rede privada , os do Banco do Brasil e os da Caixa Econômica Federal aprovaram as propostas dos banqueiros e deliberaram pelo fim da greve. Já os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), rejeitaram a proposta e permanecem em greve; nesta quinta-feira eles realizam nova assembleia para avaliar o movimento.

Para Marcos Henriques, presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, as conquistas dos bancários ainda estão longe da realidade do mercado, se levarmos em consideração os lucros dos bancos. Entretanto, as circunnstâncias não permitiam o prolongamento do enfrentamento com os banqueiros."Os bancários fizeram o melhor que puderam para serem atendidos pelos bancos. Entretanto, as circunstâncias são adversas para os trabalhadores, uma vez que os bancos são os maiores investidores do meio midiático e conseguem camuflar as suas verdadeiras intenções para a sociedade, jogando-a contra os bancários em greve", alfinetou. 
 
O presidente chamou a atenção para o acordo com a Caixa Econômica Federal, que se comprometeu em aumentar o seu quadro funcional. "Achamos muito positiva a atitude da direção da Caixa, que se comprometeu em contratar 99.000 empregados até o final de 2013. Essa medida posta em prática, vai melhorar consideravelmente o atendimento à sociedade e desafogar o trabalho dos bancários", ressaltou.  
 
O dirigente sindical aproveitou a ocasião para criticar seriamente os advogados do Bradesco: "Queremos repudiar com veemência a atitude mesquinha e antiética dos profissionais da Banca de Advogados Rocha Marinho que, representando o Bradesco e inconformados com a negativa de Interdito Proibitório para o banco da Cidade de Deus, passaram a coagir os funcionários daquela instituição financeira. Vamos entrar com uma representação contra esse gesto infeliz e antiprofissional junto à Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraiba (OAB-PB) e também na Justiça", concluiu o Marcos Henriques.
 
Fonte: SEEB-PB