quarta-feira, outubro 17, 2018
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Votar é lutar por direitos e o trabalhador deve escolher quem está do seu lado

Analisar o posicionamento dos partidos em votações de projetos que retiraram direitos é uma ótima forma de definir o voto em candidatos comprometidos com os interesses dos trabalhadores – Neste domingo, 7 de outubro, brasileiros e brasileiras, na sua maioria trabalhadores, vão às urnas escolher não só seus representantes na Presidência, governos estaduais, assembleias legislativas, Câmara e Senado, mas estarão diante de uma importante decisão: optar entre a continuidade de um projeto neoliberal, privatista e que retira direitos dos trabalhadores ou a retomada de um processo desenvolvimentista, com geração de empregos e distribuição de renda.

Repudiamos candidatos e candidatas que defendem as privatizações e atacam as empresas públicas, ignorando o papel fundamental que têm na construção da riqueza de nosso país, na promoção de justiça social. Privatizar as empresas e os bancos públicos resultará em mais desemprego, na redução do crédito, na elevação da taxa de juros, no comprometimento do desenvolvimento econômico. Um Brasil sem a Caixa Econômica Federal, por exemplo, tornaria inviável o sonho da casa própria, já que 69% do crédito habitacional é financiado por ela. Sem o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste, responsáveis por 70% do crédito agrícola, os alimentos seriam tão caros que a fome se alastraria pelo país.

Manifestamos nosso apoio a candidatos e candidatas de partidos que sempre estiveram ao lado da classe trabalhadora, que votaram contra a terceirização e o desmonte trabalhista, e que pautam sua atuação no sentido de promover a criação de empregos com respeito aos direitos – e não as vagas precárias de um trabalho degradante. Candidatos e candidatas que não compactuem com a proposta de reforma da Previdência dos golpistas, voltada unicamente à destruição da aposentadoria pública.

Temos de eleger deputados e deputadas, senadores e senadoras, governadores e governadoras, e um presidente da República que estejam ao lado do povo, e não do sistema financeiro. Que enxerguem na distribuição de renda e na inclusão social o caminho para fomentar o crescimento do nosso país. E que pautem sua atuação pela defesa da democracia, dos direitos da cidadania, do respeito à diversidade e à igualdade de oportunidades para todos e todas.

As eleições são um momento supremo da cidadania e de um Estado democrático. Não abra mão de ir às urnas fazer sua escolha, defender seus direitos e o futuro do nosso país. Não permita que definam, por você, como serão os próximos quatro anos. Exerça seu direito ao voto com amor e sabedoria!

Em plena campanha eleitoral, diversos partidos e suas chapas tentam negar que apoiaram projetos que promoveram a retirada de direitos, mas suas posições estão registradas em votações e também em sinalizações ao mercado de que podem retirar ainda mais conquistas dos trabalhadores como o 13º salário e o adicional de férias.

Veja nos quadros abaixo como agiram os partidos em relação aos direitos dos trabalhadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Seeb – Paraíba, com SP-Bancários e Contraf-CUT