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Do total de entrevistados, 37% disseram estar pagando algum tipo de compra a crédito. O percentual de renda comprometida com parcelamentos passou de 24%, em 2008, para 27%, em 2012.
"Avançou a conta bancária, mas avançou mais ainda o uso do cartão de crédito, que passou de 18% para 41%. Ou seja, mais do que dobrou", disse à Agência Brasil o economista da Fecomércio/RJ, Christian Travassos.
Para ele, trata-se de um avanço compatível com o processo de formalização do mercado de trabalho. "É abertura de postos de trabalho com carteira assinada. Isso significa depósitos em conta corrente por parte das empresas, com abertura de conta para os funcionários, maior acesso do funcionário a ferramentas de crédito, como o cartão. É um processo positivo para o brasileiro nesses quatro anos, de formalização do mercado de trabalho".
Travassos destacou ainda o avanço, do rendimento médio do trabalhador, o que contribuiu para o maior acesso ao crédito.
Fonte: Agência Brasil