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Na apresentação das medidas, tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, provocaram o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, presente na plateia. Mantega, que falou primeiro, afirmou que "vamos ampliar os recursos para o microcrédito e reduzir radicalmente os juros… o presidente da Febraban está me olhando um pouco torto, mas é o que vai acontecer". Pouco depois foi a vez de Dilma. "Tenho certeza de que nossos quatro bancos públicos federais vão dar o exemplo, e que a Febraban, através do Murilo Portugal, no futuro, tenho certeza, vai se engajar nesse projeto". A avaliação de técnicos do governo é que a participação de Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal servirá como "símbolo" de que o programa de microcrédito é "atrativo".