Sindicato alerta para impactos de nova reestruturação no Banco do Brasil

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Entidade manifesta preocupação com perda de salários e redução de postos de trabalho; na Paraíba, transformação de agência Estilo acende alerta.

O Banco do Brasil anunciou, no último dia 27 de janeiro, um novo processo de reestruturação de sua rede de varejo. Embora a instituição financeira apresente o movimento como uma vitrine de oportunidades — citando a abertura de mais de 1.100 vagas de ascensão profissional em todo o país —, o Sindicato dos Bancários da Paraíba vê o cenário com cautela e apreensão.

Para a entidade, processos dessa natureza historicamente escondem prejuízos à categoria e ao público. De acordo com a diretora Magali Pontes, o movimento é acompanhado de perto para evitar retrocessos.

“Vemos esse movimento com muita preocupação, pois são processos que costumam trazer impactos negativos para muitos trabalhadores e para a sociedade, como perda de salários, fechamento de postos de trabalho e a precarização do atendimento”, afirmou Magali.

Impactos na Paraíba
No estado, a atenção está voltada para unidades que perderam dotação de funcionários e, especificamente, para a agência Estilo, que passará por uma transição para o modelo de Agência de Investimentos. A mudança preocupa o Sindicato por não prever vagas suficientes para absorver todo o quadro de pessoal atual da unidade.
A diretora reforça que a prioridade deve ser a manutenção da dignidade profissional dos bancários atingidos.

“Esperamos que todos os bancários e bancárias que estão nas agências que perderam dotação possam ser realocados para outras vagas na mesma função ou em cargos de ascensão, de forma prioritária e dentro do mesmo município”, pontuou a diretora.

Transparência e Vigilância
O Sindicato exige que o Banco do Brasil adote critérios objetivos, justos e transparentes em todas as movimentações e concorrências, garantindo prioridade aos trabalhadores impactados direta e indiretamente pela reestruturação.
A orientação da entidade é clara: o trabalhador que se sentir prejudicado por qualquer medida administrativa decorrente deste processo deve procurar o Sindicato imediatamente. “Seguiremos vigilantes para tomar todas as medidas necessárias e garantir que nenhum direito seja retirado”, concluiu Magali Pontes.

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