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Bancárias e bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, da base do Sindicato dos Bancários da Paraíba, rejeitaram as propostas apresentadas pelas instituições e aprovaram a deflagração de greve a partir da próxima quinta-feira (10). O resultado foi definido em votação pelo Sistema VotaBem, encerrada às 19h desta sexta-feira (4).
No Banco do Brasil, 77,38% dos participantes votaram contra a proposta apresentada pelo banco, enquanto 21,29% foram favoráveis e 1,33% se abstiveram. Na deliberação sobre os próximos passos, 57,65% aprovaram a greve, 35,92% defenderam a reabertura das negociações e 6,43% se abstiveram.
A rejeição foi ainda maior entre os empregados da Caixa Econômica Federal. A proposta de renovação foi rejeitada por 93,58% dos votantes, enquanto 5,64% votaram pela aprovação e 0,78% se abstiveram. Na deliberação, 65,18% decidiram pela greve, 32,10% votaram pela reabertura das negociações e 2,72% se abstiveram.
Com o resultado das assembleias, os trabalhadores do Banco do Brasil e da Caixa na Paraíba deverão iniciar a greve na quinta-feira (10). A mobilização integra a Campanha Nacional dos Bancários 2026 e ocorre após a categoria avaliar as propostas para renovação dos acordos coletivos específicos dos bancos.
BNB, BRB e bancos privados aprovam propostas
Nos demais segmentos submetidos à votação na base do Sindicato dos Bancários da Paraíba, a maioria dos trabalhadores decidiu pela aprovação das propostas.
No Banco do Nordeste do Brasil (BNB), 63,70% votaram favoravelmente, 35,56% foram contrários e 0,74% se abstiveram.
No Banco de Brasília (BRB), a aprovação alcançou 89,29% dos votos, contra 3,57% pela rejeição e 7,14% de abstenções.
Entre os bancos privados, 74,94% dos participantes aprovaram a proposta, 23,17% votaram contra e 1,89% se abstiveram.
O resultado das assembleias define os próximos passos da categoria na Paraíba dentro da Campanha Nacional dos Bancários 2026. Enquanto os trabalhadores do BNB, BRB e bancos privados aprovaram as propostas submetidas à votação, bancárias e bancários do Banco do Brasil e da Caixa optaram pela rejeição e pela greve como forma de pressionar as instituições por avanços nas negociações.





