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"A Contraf-CUT cobra essa atuação do governo já há bastante tempo. É papel dos bancos públicos servir de balizadores para o mercado de crédito, aumentando a concorrência e diminuindo o spread", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e empregado da Caixa. "Já ficou demonstrado que é possível atuar dessa forma, como aconteceu na crise de 2008, quando os bancos federais foram fundamentais na estratégia do governo de garantir a oferta de crédito para evitar a estagnação da economia", completa.
O Globo publicou na semana passada a informação de que Dilma teria encomendado à equipe econômica estudos sobre o alto custo dos empréstimos, que não caíram mesmo depois da redução da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central. "Uma sinalização do BC de que manterá as taxas em queda, deixando-as mais próximas do padrão internacional, deu ainda mais força ao projeto da presidente Dilma", diz o jornal.
"Se confirmada, a ação será uma boa notícia e tem potencial para ajudar a trazer os juros cobrados no Brasil a patamares mais próximos da realidade mundial", afirma Plínio.
Fonte: Contraf-CUT