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De acordo com o dirigente sindical, a questão do sobreaviso é outro ponto crítico da pauta. "O banco notificou oficialmente a Contraf-CUT no último dia 24 de fevereiro, afirmando não ter identificado a existência da figura de sobreaviso dentre as atividades exercidas pelos empregados do Banco da Amazônia. Vamos levar elementos que demonstram o oposto", ressalta Miguel.
Outros pontos da pauta específica serão incluídos no debate: a discussão de um novo PCCS e Capaf, cujo prazo para o interventor apresentar uma solução para o Fundo de Pensão encerra-se no próximo dia 3 de abril.
"Esperamos que após a demonstração da grande insatisfação diante de tantos problemas sem solução ao longo dos últimos anos o banco reconheça a importância de todos estes pontos e avance na resolução dos mesmos", avalia Miguel.
"Tivemos uma Campanha Salarial bastante prolongada em 2011, que se estendeu por 77 dias de greve. O banco não soube tratar dos assuntos específicos dos empregados durante todo o ano de 2011 e todas as questões de interesse dos bancários ficaram para ser tratadas no período da Campanha", critica Sérgio Trindade, funcionário do banco e coordenador da Comissão de Negociação junto ao Banco da Amazônia.
"Esperamos que neste ano, a história não se repita. Queremos que o banco avance nas questões específicas ao longo de todo ano nas mesas permanentes e vamos intensificar a mobilização para alcançá-los.", ressalta Sérgio.
Fonte: Contraf-CUT