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Em 2010, o banco desenvolveu um curso no Call Center e, agora, os trabalhadores estão elegíveis ao programa de mobilidade. "Vamos acompanhar o processo para saber quantos funcionários estão sendo reaproveitados para as vagas em agências e se o programa está de fato funcionando", alerta a dirigente.
SACs
Sobre as reclamações feitas ao Sindicato de São Paulo por trabalhadores da Bráulio Gomes e do Conjunto Nacional, onde funcionam os SACs (Serviços de Atendimento ao Cliente), de que muitos estão desempenhando atividades que não fazem parte de suas funções, misturando atendimento de ouvidoria, nível I e II, entre outros, o banco se comprometeu resolver os transtornos até o fim do primeiro semestre.
Segundo Maria Rosani, o Santander alegou que a internalização de algumas áreas e o crescimento do SAC está gerando transtornos.
A questão das horas extras também foi debatida. "Não vamos aceitar que trabalhadores sejam coibidos a extrapolar a jornada. Representantes do banco já afirmaram que horas extras não são obrigatórias. O funcionário que se sentir pressionado deve denunciar ao Sindicato", disse a dirigente sindical.
Outros temas específicos do SAC, como condições de trabalho e saúde dos trabalhadores, serão tratados na próxima reunião, prevista para o dia 30 de maio.
Sem demissões
O processo de reestruturação do Call Center envolveu 83 funcionários das áreas de internet banking, seguros e consignados. Desses, 53 já estão sendo realocados e 30 trabalhadores ainda terão seus locais de trabalho definidos.
"O banco garante que não haverá dispensa e até o fim de maio os setores serão definidos. Essas pessoas continuarão trabalhando sem regime de escala, mudando o mínimo possível de suas rotinas", conclui Maria Rosani.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo