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Os valores de 2011 recebidos pelos trabalhadores foram definidos em um acordo negociado em 2010, com dois anos de vigência.
Na negociação de abril, o banco havia apresentado uma proposta de PCR que ficou aquém do que o movimento sindical esperava. "Naquela ocasião insistimos, e vamos continuar neste tom, sobre o conceito da PCR, que é um programa que não possui metas individuais, que não é compensado nos demais programas próprios e tem distribuição linear de valores", salienta Wanderley Crivellari, outro coordenador da COE do Itaú.
Programas próprios
O movimento sindical insiste ainda que o banco abra negociação sobre seus programas próprios, notadamente o AGIR e o Prad. "A cobrança de metas tem gerado uma pressão insuportável sobre os funcionários. As metas são alteradas constantemente e se tornam cada vez mais inatingíveis", afirma Wanderley.
Reunião da COE do Itaú
Antes da negociação, no mesmo dia, às 13h, os integrantes do COE do Itaú se reúnem na sede da Contraf-CUT, no centro da capital paulista, para preparar os debates com o banco.
Fonte: Contraf-CUT