Getting your Trinity Audio player ready...
|

Às 17h30, Vagner e Júlia darão uma entrevista coletiva à imprensa no Hotel Braston (Rua Martins Fontes, 330) para falar sobre o objetivo das ações, sobre as atividades serão realizadas no mês em todo o país e sobre as desigualdades salariais e sociais que atingem os/as negros/as no Brasil, que políticas públicas são necessárias para reverter esta injustiça histórica e sobre as ações que a CUT vem fazendo para corrigir as distorções.
Participarão do lançamento oficial do Ato pela Igualdade Racial no Trabalho e na Vida convidados como o deputado Federal Vicente Paulo da Silva (Vicentinho), a deputada federal Janete Pietá e o senador Paulo Paim; um representante da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Social e outro da Fundação Cultural Palmares, entre outros.
Década Internacional dos Povos Afrodescendentes
A Organização das Nações Unidas (ONU) dá início, em dezembro, às comemorações da Década Internacional dos Povos Afrodescendentes, cujo objetivo é dar mais visibilidade às demandas dos/as negros/as de todo o mundo.
Foi com este objetivo que a ONU declarou 2011 como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes. O sucesso da iniciativa que promoveu também o fortalecimento da cultura negra fez com que entidades envolvidas com a causa solicitassem que a partir de 2012 fosse implementada a década dos afrodescendentes. A ONU aprovou a proposta.
Segundo relatório da ONU, só na América Latina e no Caribe tem 150 milhões de afrodescendentes. No Brasil, segundo o último censo do IBGE, a população de afrodescendentes é de quase 51% da população.
Direitos
Para as Nações Unidas, os povos afrodescendentes devem ter seus direitos promovidos e protegidos como qualquer outro grupo da sociedade. Segundo a ONU, apesar dos avanços, os afrodescendentes continuam a sofrer discriminação, um legado histórico do comércio de escravos. Mesmo os que não são descendentes diretos dos escravos, muitas vezes ainda são submetidos a atos racistas.
Fonte: CUT