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Crédito: Seeb Ceará
Protesto contra medida unilateral e precariedade das condições de segurança
Para o dirigente, o grande problema é a extrapolação de jornada dos bancários. O banco não está contratando novos funcionários para esse horário estendido. Além disso, muitas agências que a direção do banco quer abrir até esse horário da noite ficam em locais reconhecidamente sem segurança.
O Itaú é um dos bancos que menos oferece itens de segurança nas suas agências. O banco recentemente retirou as portas de segurança (com detectores de metais) das suas unidades, deixando seus clientes e funcionários à mercê dos assaltantes.
Regime de escravidão
O horário estendido das agências do Itaú muda a rotina dos bancários, que ficam prejudicados na vida acadêmica, social e familiar. "O banco ignora tudo isso, querendo impor cada vez mais um regime de escravidão. Temos uma reivindicação histórica cujo atendimento das agências seria das 9h às 17h, com dois turnos de trabalho, onde os bancários não seriam explorados", enfatiza Ribamar.
Segundo o dirigente sindical, a Fetrafi/NE e sindicatos irão acionar as Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs) e o Ministério Público do Trabalho para que o Itaú seja chamado à responsabilidade. Quanto à questão da segurança, os bancários vão acionar o Decon e Procon de cada Estado, exigindo o cumprimento das leis municipais de segurança bancária.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb Ceará