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Houve ainda retrações mais fortes na Eslovênia (-1%), na Irlanda e em Portugal (ambos com queda de 0,6%). Nos três países, os sistemas bancários enfrentam dificuldades para lidar com o legado da crise.
Em contrapartida, houve boas notícias na Holanda, onde o crédito se expandiu em 1% e, surpreendentemente, em Chipre e na Itália, ambos com alta de 0,4%.
Os dados do BCE mostram poucos sinais de pressões sistemáticas de saída de recursos, já que os depósitos privados cresceram 0,3% na Grécia e 0,8% na Espanha. Uma exceção a essa tendência se nota em Chipre, onde houve queda de 1% nos depósitos privados.
Na maioria dos países da zona do euro, os bancos foram compradores líquidos de dívidas governamentais em novembro. Os bancos espanhóis adquiriram 4,23 bilhões de euros em títulos dessa natureza, e os italianos compraram 2,08 bilhões de euros.
Os bancos franceses e alemães também foram compradores líquidos de 9,13 bilhões de euros e de 5,03 bilhões de euros em dívida pública, respectivamente. O BCE não abre quem são os emissores dessas dívidas.
Fonte: Valor Econômico / Dow Jones Newswires