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"O testemunho dos bancários revelou que, durante a greve, o gerente do banco coagia os empregados a acatarem o plano de contingência e os fazia chegarem à agência antes do horário do expediente ou a entrarem para trabalhar depois das 16h, quando o piquete era desmontado", informa o assessor jurídico do sindicato de Três Rios, Murilo Baptista. Segundo o advogado, o MPT considerou suficientes as provas testemunhais, já que os emails, torpedos e ligações para os celulares dos bancários não foram apresentados como provas.
Para o presidente do Sindicato de Três Rios, Nilton Esperança, a vitória é dos bancários e não poderia ser obtida sem a participação dos trabalhadores. "O sindicato não tem como lutar pela categoria se não receber informações e denúncias dos bancários. Com a colaboração da categoria, conseguimos evitar o assédio moral e a pressão para que os funcionários abram mão do seu direito constitucional de greve", destaca Nilton.
Fonte: Seeb Três Rios