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De acordo com o Ministério Público Federal, entre novembro de 1995 e fevereiro de 1998, época em que era gerente administrativo e financeiro na fábrica de baterias automotivas Acumuladores Ajax, Farache deixou de repassar R$ 1,2 milhão de contribuições previdenciárias, em valores não corrigidos.
Em juízo, o empresário, que ainda poderá apelar, admitiu o crime e afirmou que era o único administrador do negócio. Segundo ele, ‘as contribuições não foram repassadas porque a empresa enfrentava dificuldades financeiras’. Ele também alegou que comprou a Ajax quando a empresa possuía débitos com 47 bancos, mas após a aquisição a ‘dívida se tornou outra’. A empresa, no entanto, foi à falência somente em 2015, 17 anos após o represamento das contribuições’.
Em seu despacho, o juiz federal substituto responsável pelo caso, Márcio Assad Guardia, disse que não havia “nenhum elemento nos autos capaz de atestar a suposta precária situação financeira no mencionado período”.
A prisão foi substituída por prestação de serviços à comunidade ou à entidade pública e ele ainda poderá apelar, ainda segundo o blog do Fausto Macedo.
CUT