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Para a senadora, a Casa está dividido em três partes. De um lado, estão parlamentares contrários à medida e, por isso, não vão mudar de posição. De outro, estão senadores que defendem a bandeira. Por fim, há um grupo que entende o que é o combate à homofobia, mas têm "medo" do eleitor.
Dimensão
Ela conta que, como relatora, recebe e-mails com relatos de casos de homofobia diariamente. "Mesmo trabalhando há tanto tempo com a questão, fico surpresa e, em alguns casos, até emocionada", relata.
"Não tinha ideia da quantidade e da gravidade das agressões", alerta. Em relação à resistência de setores e lideranças religiosas, é exagerado. "Igreja nenhuma terá de fazer casamento de pessoas do mesmo sexo, porque cada religião segue seus preceitos, não é para elas a lei", vaticina.
"A lei é para o bar que não aceita casal homossexual, a empresa que não dá emprego. Isso não pode acontecer e tem de ter lei", sustenta. Marta tratou como "heroínas" outras duas parlamentares que se envolveram com o projeto. A ex-deputada federal Iara Bernardes, autora da proposição, e a senadora Fátima Cleide. Esta última foi a responsável pela ampliação da lei para além de ocorrências com homossexuais.
Fonte: Rede Brasil Atual