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Depois de muita pressão do Sindicato dos Bancários de São Paulo e dos funcionários, a terceirizada Fidelity finalmente aceitou retomar as negociações, interrompidas há mais de dois meses. Representantes dos patrões e dos empregados reúnem-se nesta terça-feira, dia 15, para debater, entre outros pontos, os vales alimentação e refeição.
"Na última rodada de negociação, a empresa apresentou sua proposta para os dois vales com um reajuste ridículo. Não aceitamos e, depois disso, a Fidelity se calou e não se reuniu mais com o Sindicato. Tivemos de pressionar muito para que a terceirizada voltasse a negociar conosco", explica o funcionário da Fidelity e diretor da Contraf-CUT, Lindiano José da Silva.
Na negociação passada, a terceirizada, que presta serviço para grandes bancos como Bradesco e Santander, informou ao Sindicato que o aumento no vale refeição seria de R$ 0,50, passando de R$ 6,50 para R$ 7. Já o vale-alimentação passaria de R$ 100 para R$ 110.
"Esse aumento é insuficiente e não cobre a despesa dos empregados. A Fidelity tem lucrado muito à custa da precarização do trabalho dos bancários. O mínimo que pode fazer é pagar para seus funcionários os mesmos valores que os empregados dos bancos têm garantidos na sua Convenção Coletiva. Se a Fidelity não apresentar uma proposta decente para os vales refeição e alimentação, vamos intensificar a mobilização, com protestos, para pressionar a terceirizada", afirma Lindiano.
Fonte: Contraf-CUT





