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"É possível constatar uma globalização da cibercriminalidade, com novos países como Brasil, Índia, Polônia, Romênia, Turquia. Uma expansão vinculada ao desenvolvimento da internet por banda larga nestes países", aponta o relatório.
"São internautas que não estão habituados nem formados para os ciberataques como os spams, os vírus ou os sites falsos da internet, sobretudo nos cibercafés, enquanto as forças de segurança também não estão habituadas às ameaças", completa o documento.
Em 2009, Estados Unidos e China lideraram o ranking dos ataques, sobretudo pelo grande número de internautas. O Brasil aparece na terceira posição, à frente de Alemanha e Índia.
"Hoje, um dos vetores de infecção mais importante é o simples fato de usar a internet, por muito tempo foram os e-mails", afirmou à AFP Laurent Heslault, diretor de tecnologia da segurança para a Europa Ocidental da Symantec.
O especialista insistiu ainda nos riscos que representará a próxima Copa do Mundo na África do Sul, quando os criminosos virtuais tentarão atrair os internautas para sites com a oferta de informações ou vídeos infectados de vírus
Fonte: Agência AFP