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Crédito: Seeb São Paulo

A encenação, realizada na terça-feira (15), atraiu a população do centro da capital. Os atores misturaram histórias reais de jovens homossexuais agredidos em São Paulo e encerraram a apresentação com o mote da campanha deste ano: "Eu respeito você, e você?".
A atividade organizada pelo Núcleo LGBT do Sindicato faz parte da luta por igualdade de oportunidades. A entidade é uma das primeiras categorias do Brasil a conquistar direitos iguais para dependentes de funcionários da mesma orientação sexual.
O dirigente sindical e representante do Sindicato no Coletivo Estadual LGBT da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Maikon Azzi, ressaltou que as diferenças são de classe social, de raça, de religião e também de orientação sexual, e todas devem ser respeitadas. "Homofobia representa ódio, raiva, e destroi famílias em toda a sociedade."
A secretária-geral do Sindicato, Raquel Kacelnikas, lembrou que "o Sindicato dos Bancários é um sindicato cidadão, que olha para a população que está à margem da sociedade". Raquel também falou sobre a luta pela tolerância: "A população deve refletir sobre de que maneira cada um pode promover a tolerância e ter uma sociedade mais justa".
Canal de denúncia
O disque 100 é um dos canais de denúncia contra homofobia e também de crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes.
Para os bancários que presenciarem crimes de homofobia dentro do local de trabalho, a ação pode ser denunciada ao Sindicato. Basta entrar em contato com a Secretaria de Saúde.
A denúncia pode ser anônima, por e-mail (saude@spbancarios.com.br) ou telefone (3188-5200). Os trabalhadores também podem conversar com dirigentes sindicais sobre o assunto.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo