Trabalhadores de três países querem a preservação dos postos de trabalho, mesmo com venda do segmento do varejo do banco – São Paulo – Os bancários do Citi em três países promovem na próxima terça-feira 15 uma Jornada Internacional de Luta, para garantir a manutenção dos empregos. O ato ocorre após o anúncio do banco de que fechará o segmento de varejo no Brasil, Colômbia e Argentina.

Em reunião no começo do mês, o Sindicato cobrou que, mesmo com o fechamento, os empregos sejam garantidos e que não haja demissões. Solicitou ainda do banco um estudo do impacto do fechamento do segmento no país, para acompanhar de perto a situação dos cerca de 5,5 mil bancários nas 71 agências que o banco possui no Brasil.

Por meio da Contraf-CUT e da UNI Finanças, os trabalhadores do Citi nos três países buscam uma reunião com a direção mundial do banco para discutir a preservação dos postos de trabalho e a resolução de todas as irregularidades salariais que existem na entidade financeira, como por exemplo, a dívida de pagamento de horas extras.

“Vamos reivindicar a manutenção dos postos de trabalho. Independentemente da estratégia de negócios do banco, não se pode esquecer dos empregos”, convocou Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT.

Para a diretora executiva do Sindicato e presidenta da UNI Finanças Mundial, Rita Berlofa, a medida, que afeta milhares de postos de trabalho, é uma mostra da ausência de política comercial e compromisso social do Citibank na América Latina.

“Gera uma grave mensagem de expectativa de queda do consumo. Nós, trabalhadores bancários da América Latina, estamos em estado de alerta e de mobilização e exigimos que se garantam as fontes laborais e os direitos dos bancários do Citibank”, disse.

O secretário-geral da UNI, Philip Jennings, e o coordenador mundial da UNI Finanças, Márcio Monzane, têm remetido a reivindicação ao diretor executivo do Citibank Group, Michael Corbat, e a voz dos sindicatos de todo o mundo se fez chegar aos presidentes e CEOs locais.

William De Lucca – 11/3/2016

 

Bancários do Citi tem Jornada Internacional de Luta

Trabalhadores de três países querem a preservação dos postos de trabalho, mesmo com venda do segmento do varejo do banco

altSão Paulo – Os bancários do Citi em três países promovem na próxima terça-feira 15 uma Jornada Internacional de Luta, para garantir a manutenção dos empregos. O ato ocorre após o anúncio do banco de que fechará o segmento de varejo no Brasil, Colômbia e Argentina.

Em reunião no começo do mês, o Sindicato cobrou que, mesmo com o fechamento, os empregos sejam garantidos e que não haja demissões. Solicitou ainda do banco um estudo do impacto do fechamento do segmento no país, para acompanhar de perto a situação dos cerca de 5,5 mil bancários nas 71 agências que o banco possui no Brasil.

Por meio da Contraf-CUT e da UNI Finanças, os trabalhadores do Citi nos três países buscam uma reunião com a direção mundial do banco para discutir a preservação dos postos de trabalho e a resolução de todas as irregularidades salariais que existem na entidade financeira, como por exemplo, a dívida de pagamento de horas extras.

“Vamos reivindicar a manutenção dos postos de trabalho. Independentemente da estratégia de negócios do banco, não se pode esquecer dos empregos”, convocou Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT.

Para a diretora executiva do Sindicato e presidenta da UNI Finanças Mundial, Rita Berlofa, a medida, que afeta milhares de postos de trabalho, é uma mostra da ausência de política comercial e compromisso social do Citibank na América Latina.

“Gera uma grave mensagem de expectativa de queda do consumo. Nós, trabalhadores bancários da América Latina, estamos em estado de alerta e de mobilização e exigimos que se garantam as fontes laborais e os direitos dos bancários do Citibank”, disse.

O secretário-geral da UNI, Philip Jennings, e o coordenador mundial da UNI Finanças, Márcio Monzane, têm remetido a reivindicação ao diretor executivo do Citibank Group, Michael Corbat, e a voz dos sindicatos de todo o mundo se fez chegar aos presidentes e CEOs locais.

William De Lucca – 11/3/2016

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Walmar Pessoa
Author: Walmar Pessoa

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