Banco do Brasil amplia prazo para financiamento imobiliário para 30 anos

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O Banco do Brasil (BB) anunciou nesta quarta-feira (3) um pacote de medidas para aumentar prazos e limites e baratear o crédito imobiliário, segmento em que a instituição ainda tem pequena participação de mercado.

Com a medida, o banco público passa a financiar a compra da casa própria em até 30 anos, prazo já praticado pela Caixa Econômica Federal e bancos privados, como o Bradesco e Santander. O limite anterior era de 25 anos.

Além do crédito imobiliário, o BB também anunciou que o prazo para o financiamento para a compra de veículos aumentou de 60 para 72 meses. O financiamento máximo permitido é de 80% do valor do veículo, de acordo com comunicado divulgado pela instituição.

Juros

Em comunicado à imprensa, a instituição federal anunciou que o menor juro do crédito imobiliário caiu de 8,9% ao ano para 8,4% ao ano. Essa taxa deve ser acrescida da Taxa Referencial (TR) e é oferecida, geralmente, em acordos entre o banco público e empresas públicas para pagamento com desconto em folha de pagamento.

O BB também anunciou que agora imóveis avaliados em até R$ 150 mil serão considerados na incluídos na faixa de valor que paga juros menores (de 8,9%, atualmente). Anteriormente, esse limite era de até R$ 120 mil.

O juro pós-fixado para a compra de imóveis com valor acima de R$ 500 mil caiu de 12% para 11% anuais, mais TR. Se a operação for prefixada, a taxa recuou de 15,08% para 13% anuais. O limite do valor do imóvel que pode ser financiado no banco aumentou de 80% para 90%.

"As medidas complementam a iniciativa do BB para facilitar as condições de acesso ao crédito", cita a nota enviada à imprensa.

Essas medidas anunciadas pelo banco federal estão em linha com a indicação dada pela Presidência da República que quer que bancos públicos desempenhem papel anticíclico em meio à crise financeira. Nesse esforço, toda a diretoria do BB foi mudada e o presidente da instituição foi trocado, com a saída de Antonio Lima Neto e a entrada de Aldemir Bendine.

Fonte: Do G1, com Agência Estado

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