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Esse desempenho conseguiu um fato inédito e vergonhoso para o setor: pela primeira vez as instituições financeiras lideram as reclamações de queixas de clientes no Procon-SP. Em segundo lugar ficaram os serviços de telefonia (22,5%, entre fixa e móvel), em terceiro vieram os móveis (9,3%), em quarto os eletrodomésticos (8,4%), entre outros.
Segundo depoimento da supervisora da Área de Assuntos Financeiros e Habitação do Procon-SP, Renata Reis, ao Jornal da Tarde, a cobrança de tarifas, as movimentações e saques não reconhecidos pelo cliente, além de cobranças indevidas figuram entre as grandes reclamações dos consumidores.
Outra informação divulgada pela reportagem é que as queixas junto ao Banco Central em relação aos serviços das instituições financeiras também aumentaram. Quando se compara os primeiros seis meses deste ano com igual período de 2010 o aumento chega a 40%, com a média mensal saltou de 564 para 790.
A reclamação mais comum é sobre débitos não autorizados, 20,2%; seguido por serviços não contratados, 10,1%; esclarecimentos incompletos, 9,7%; descumprimento de prazos, 9,3%; e operações não reconhecidas, 6,2%.
Fonte: Seeb SP e Jornal da Tarde