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Durante a reunião, os bancários voltaram a discutir o reajuste de até 24,61% do convênio médico efetuado na folha de pagamento de março sem qualquer comunicação prévia aos trabalhadores. As entidades sindicais cobram do banco a apresentação detalhada do balanço do convênio, com a discriminação clara da contribuição dos funcionários.
Fim das demissões
Os bancários trataram também das demissões de caixas e gerentes operacionais que estão ocorrendo em diversas regiões do país. Na mesma linha, foi discutida a falta de funcionários nas agências, que leva à sobrecarga e precarização das condições de trabalho em todo o país.
"Há casos de gerentes operacionais que não conseguem realizar suas tarefas porque acabam trabalhando como caixas para suprir a falta de funcionários", afirma Jair.
O movimento sindical irá cobrar do banco o agendamento urgente de uma nova negociação.
Fonte: Contraf-CUT