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Crédito: Seeb São Paulo

O dirigente sindical destaca que uma das reivindicações levadas à mesa foi o fim do desvio de função, causado pela falta de funcionários. "É comum que coordenadores de atendimento precisem abrir caixas para cobrir buracos. Isso é inadmissível."
Assédio moral
Os bancários cobraram o fim das metas individuais e a instauração das metas coletivas e reivindicaram o fim de práticas de cobrança abusiva que incentivam o assédio moral. "Queremos o fim das reuniões diárias para cobrança de metas e o fim das metas para a área operacional. Os caixas e os gerentes e coordenadores de atendimento precisam focar na retenção de clientes e não na venda de produtos. O Santander está perdendo muitos clientes por conta das metas para esses bancários", lembrou.
A direção do banco já havia garantido em outras oportunidades que os caixas não devem ter metas para venda de produtos. "Queremos que seja feita uma orientação por escrito para a rede, pois esse tema já vem sendo debatido há anos e persiste em muitas agências", disse Marcelo.
Foi também cobrado o fim do trabalho de prospecção de clientes em universidades após a jornada. "Entendemos a importância de novos clientes, mas isso não pode se dar à custa de trabalho após a jornada. O banco precisa definitivamente das realocações advindas do programa de mobilidade interna."
A direção do Santander vai analisar as reivindicações e responderá na próxima reunião, na segunda quinzena de junho.
Fonte: Seeb São Paulo