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“Nossa expectativa é que a Caixa nos apresente uma proposta que contemple a valorização dos trabalhadores e melhorias nas condições de trabalho. Entre outros pontos, exigimos a contratação de mais empregados e o fim do GDP. A realidade nas unidades é de trabalhadores sobrecarregados e doentes, principalmente devido à pressão por metas. Enquanto isso, milhares de concursados aguardam a convocação”, destacou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora o Comando Nacional dos Bancários e a Contraf-CUT, nas negociações com o banco, Fabiana Matheus.
Constam ainda entre os itens específicos da Caixa: combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, garantia do Saúde Caixa na aposentadoria (inclusive para os que saíram pelo PADV), fim do voto de Minerva na Funcef, imediata incorporação do REB ao Novo Plano, fim da restrição de dotação orçamentária para horas extras e extensão da licença-prêmio e do anuênio para todos os admitidos a partir de 1998.
Fonte: Fenae