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Entre as principais reivindicações definidas pelos empregados estão melhores salários e equiparação do piso com os demais bancos federais, condições dignas de trabalho, PCCS, maior reembolso no custeio do Plancasf, solução para a Capaf, fim das terceirizações, respeito à jornada de seis horas e mais contratações, dentre outras.
Para o secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, Miguel Pereira, a expectativa dos trabalhadores é que a negociação não se prolongue como ocorreu no ano passado, sendo concluída no Tribunal Superior do Trabalho (TST), o que acabou por reduzir a proposta discutida em mesa.
"Apostamos na capacidade da mesa de negociação para a construção de um grande acordo que atenda as reivindicações dos funcionários do Banco da Amazônia", conclui Miguel.
Fonte: Contraf-CUT