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Apesar dos bons números, a entidade quer mais e, para isso, pede ajuda dos bancários e das entidades sindicais para a construção de mais cisternas. As doações, de qualquer valor, podem ser feitas em contas do Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Caixa Federal e Itaú Unibanco.
A cisterna é um reservatório que armazena 16 mil litros de água das chuvas por meio de calhas colocadas nos telhados das casas. Cada uma atende a uma família com 5 pessoas por 8 meses e custa R$ 1,6 mil.
"A água da cisterna promove o bem-estar, é potável, evita a transmissão de doenças e a mortalidade infantil, além de impedir que o sertanejo ande muitos quilômetros para, via de regra, obter água suja e contaminada dos açudes, ferindo os direitos do ser humano", explica José Roberto Vieira Barboza, presidente do Comitê Betinho.
Barboza explica também que "o papel do Comitê é repassar recursos próprios e de parceiros para as ONGs que atuam no Nordeste do Brasil e são responsáveis pelo treinamento dos executores das cisternas, por ensinar a comunidade a manter as águas purificadas e por fazer a manutenção dos equipamentos".
"Trata-se de uma ação concreta de cidadania que merece todo apoio da categoria e das entidades sindicais. As cisternas levam solidariedade e esperança para famílias nordestinas que assim podem enfrentar o período da seca em condições mais dignas", destaca Ademir Wiederkehr, secretário de imprensa da Contraf-CUT e colaborador mensal do Comitê Betinho.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo