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Pela primeira vez na história do Congresso dos Funcionários, o presidente do BNB participou do evento

Cento e onze delegados inscritos no XX Congresso Nacional dos Funcionários do BNB aprovaram por maioria de votos pauta de reivindicações específicas a ser entregue à direção do Banco de acordo com agenda da campanha nacional dos bancários deste ano, a ser definida pela Contraf-CUT e Comando Nacional da categoria. O evento aconteceu nos últimos dias 30 e 31/5, em João Pessoa (PB).

Da pauta constam cláusulas abrangendo os temas Emprego e Remuneração; Banco Público; Saúde e Previdência e Organização e Mobilização. A democratização da gestão do BNB e da Camed e Capef e a prevalência da meritocracia no processo de concorrência para funções em comissão foram destacadas como importantes reivindicações a serem alcançadas.

Outros assuntos aprovados considerados prioritários foram a implantação do novo Plano de Cargos e Remuneração, a valorização do salário de ingresso do PCR com desdobramento em toda a curva salarial e o combate à terceirização e à extrapolação da jornada de trabalho. Isonomia entre novos e antigos funcionários e a reintegração de demitidos na gestão Byron Queiroz também foram confirmados na pauta específica de reivindicações.

Debate – Na abertura do evento foi realizado debate sobre conjuntura nacional e o papel do BNB. Pela primeira vez na história dos congressos de funcionários, o presidente do BNB esteve presente ouvindo reivindicações diretamente dos funcionários oriundos de bases sindicais onde o BNB atua.

Nelson Antônio de Souza teve a sua coragem e compromisso reconhecidos pela maioria dos delegados participantes que declararam enxergar no atual presidente do Banco um executivo com perfil técnico e visão política, capaz de dialogar com sinceridade e honestidade sobre os problemas enfrentados pela Instituição e seu corpo funcional.

Momento emocionante no Congresso foi a exibição de vídeo mostrando a resistência de um dos líderes do movimento contra a ditadura militar no Brasil.

O filme Jayme Miranda – Memórias de Sangue, o nome que dá título à obra é avô do colega Thiago Miranda – diretor do Sindicato dos Bancários de Alagoas, foi exibido para mostrar às novas gerações o que foi o período de terror instalado há 50 anos pelos militares, através de um golpe, que perdurou até 1985, quando um civil voltou a ocupar a Presidência da República, iniciando o processo de redemocratização no País.

 

Walmar Pessoa
Author: Walmar Pessoa

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