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Cordeiro lembra que o acordo que unificou os convênios médicos, construído ao longo de um intenso processo de negociação entre as partes e assinado em 24 de fevereiro de 2010, prevê um reajuste definido pela sinistralidade e outros dados do convênio, o que não está sendo seguido pelo banco. Além disso, ficou acertado que qualquer modificação com o plano de saúde deveria ser previamente anunciado aos trabalhadores e movimento sindical, o que não aconteceu. "A empresa está mudando seu método de gestão. Durante o processo de negociação, a postura adotada foi muito mais transparente com as informações. Essa mudança não pode acontecer", alerta.
"O reajuste foi divulgado apenas um dia antes dos trabalhadores receberem o salário e sem nenhuma apresentação dos números do balanço", salienta Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, órgão da Contraf-CUT que assessora as negociações com a empresa. "Já estava previsto no acordo que ocorreria um reajuste, mas questionamos a forma como foi implantado, sem anúncio prévio aos trabalhadores e ao movimento sindical", completa.
Os dirigentes sindicais cobraram ainda do banco soluções para diversos problemas relatados pelos bancários no convênio odontológico da empresa.
Fonte: Contraf-CUT