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"A luta pelo emprego é o debate central junto ao Itaú, que tem causado milhares de demissão pelo país afora. Não é à toa que o banco foi o campeão de reclamações no ano passado junto ao Sindec (Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor)", avalia Wanderley Crivellari, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, que assessora a Contraf-CUT nas negociações. "A pressão do movimento sindical é por mais contratações e pelo fim da rotatividade", acrescenta Wanderley.
PLR
A Contraf-CUT já cobrou do banco o pagamento da PLR. "Com todo o lucro que vem obtendo, nada mais justo que o Itaú pague aos seus funcionários a regra básica e adicional da PLR", destaca Wanderley. Além disso, é necessário estabelecer os valores da PCR (Participação Complementar nos Resultados). O balanço de 2011 será publicado nesta terça-feira (7).
Outros pontos
O fim das metas abusivas e da venda de produtos pela área operacional é outra questão prioritária nos debates com o Itaú.
Outros assuntos que estão na ordem do dia são: previdência complementar para todos os funcionários, melhoria do plano de saúde (médico e odontológico), condições dignas de trabalho nas unidades e segurança contra assaltos.
"É importante lembrar que apenas com mobilização vamos conseguir fazer com que o banco apresente soluções concretas para todas estas questões que estão presentes no dia a dia dos funcionários", ressalta Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
A COE do Itaú fará uma reunião preparatória na manhã de sexta-feira, às 9h30, na sede da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT