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Em seguida houve o debate sobre a necessidade de o Sipon ser utilizado exclusivamente como sistema de controle da jornada e não para a gestão de horas extras, culminando em horas negativas. Ocorre que, quando o empregado não possui saldo de horas extras e tem necessidade de faltar ou ausentar-se por algum período durante a jornada, a empresa costuma registrar essas horas como negativas, obrigando os bancários a pagá-las por meio de horas extraordinárias.
Há, inclusive, denúncias de que existem gestores que utilizam o artifício das horas negativas sempre em favor da Caixa, dispensando o empregado em períodos de poucas operações e cobrando a compensação em outros momentos de maior movimento, o que prejudica o trabalhador.
Uma constatação: sob qualquer ângulo de análise, o problema das horas negativas vem provocando insegurança no Sipon, devendo essa irregularidade ser abolida da cultura do banco. Uma vez que não há previsão para esta prática na Convenção Coletiva dos Bancários ou no acordo específico com a Caixa.
O tema voltará a ser debatido em uma próxima reunião, devendo ser realizada até o dia 15 de maio. Depois de cobrada pela Contraf-CUT, a Caixa ficou de analisar novos formatos para o Sipon.
Fonte: Contraf-CUT, com Fenae