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Além da reabilitação, os trabalhadores levarão outros temas para a mesa de negociação. "Os funcionários do Itaú Unibanco estão adoecendo cada vez mais e o principal responsável é o modelo de organização do trabalho dentro do banco", afirma Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, órgão da Contraf-CUT que assessora as negociações com a empresa.
"A pressão constante pelo cumprimento de metas abusivas, que abre espaço para o assédio moral, deixa os bancários sob intenso estresse, o que é aumentado pela falta de funcionários nas agências. Além disso, há unidades sem mobiliário adequado, sem ar condicionado, sem portas giratórias de segurança e com outros problemas de estrutura que prejudicam a saúde dos bancários. Vamos cobrar respostas do banco para resolver estes problemas o quanto antes", afirma Jair.
Reunião da COE do Itaú Unibanco
Antes da negociação, a Contraf-CUT realiza às 9h30 uma reunião da COE do Itaú Unibanco para preparar os debater com o banco, no auditório Amarelo do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Fonte: Contraf-CUT