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Além das brasileiras e colombianas, estiveram presentes sindicalistas da Argentina, El Salvador, Costa Rica, Bahamas, Trinidad e Tobago, México, Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Panamá e Suíça.
As sindicalistas elaboraram um documento que estabelece as prioridades estratégicas para as Mulheres das Américas, com base nas resoluções de reuniões anteriores e a conferencia mundial de mulheres que aconteceu em novembro do ano passado na cidade de Nagasaki.
Entre os temas considerados prioritários para o próximo período, foram destacados os seguintes eixos: combate à violência contra mulher, que envolve o turismo sexual, a violência domestica e pedofilia; desenvolvimento sustentável com saúde e segurança social, trabalho descente e políticas públicas e negociação coletiva e dialogo social.
Durante a reunião, Deise Recoaro, apresentou a experiência da categoria bancária no Brasil, no que se refere a política de igualdade de oportunidades, direcionada para diagnosticar as discriminações, organizar e mobilizar, assim como negociar com os bancos, envolvendo diferentes atores sociais.
Além disso, foi apresentado e distribuído o Caderno produzido pela Contraf-CUT de Igualdade de Oportunidades. "Aprendemos e nos inspiramos muito nas experiências internacionais, por isto agora sentimos na obrigação de socializar aquilo que acumulamos ao longo da nossa luta", conclui Deise.
Rede Mulheres UNI Brasil no Facebook
As dirigentes brasileiras criaram uma página no Facebook da Rede UNI Mulheres Brasil. Clique aqui para acessá-la.
Fonte: Contraf-CUT