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Os representantes dos bancários também definiram que irão participar da próxima reunião da comissão do PPR do HSBC, órgão eleito pelos funcionários, sem participação dos sindicatos, para assinar o programa do próximo ano. "Iremos participar a convite do banco, mas o nosso objetivo é fazer críticas e apontar as falhas do PPR", afirma Carlos Alberto Kanak, coordenador da COE do HSBC.
Os dirigentes também debateram a mudança no processo de trabalho que deve ocorrer com os funcionários que atuam no Setor de Compensação (SECOM). "Cobramos proteção ao emprego desses bancários, uma vez que poderá haver alterações no modo como o trabalho será realizado, por exemplo, com a concentração dos funcionários para um único local", revela Kanak.
Ainda foi discutida a organização de um seminário sobre previdência complementar, com o objetivo de construir uma proposta a ser apresentada para direção do banco.
A reunião contou com a participação do economista Miguel Huertas, da subseção Dieese da Contraf-CUT, que apresentou uma análise do balanço do HSBC no ano de 2010, destacando o lucro atingido de R$ 1,08 bilhão. Segundo o economista, houve crescimento de 61,5% em relação ao ano anterior.
"Cobramos do HSBC explicações sobre a forma como o lucro foi distribuído aos funcionários, que foram os principais responsáveis pela geração desse resultado gigantesco", conclui Kanak.
Fonte: Contraf-CUT