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O adiantamento foi feito pelo banco inglês em fevereiro de 2010 como uma forma de compensar os bancários pelo não pagamento do PPR de 2009. Desde então, a Contraf-CUT busca negociar com a empresa o não desconto nem compensação dos valores pagos. "Essa foi uma decisão unilateral do banco é não é razoável que os bancários tenham que ser prejudicados agora", afirma Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT e funcionário do HSBC.
Miguel lembra que os bancários já tiveram sua PLR reduzida em 2010 por conta do alto volume de provisionamentos realizado pelo banco no exercício de 2009, alcançando R$ 309 milhões. "E a situação em 2010 não foi muito deferente, já que somente no primeiro semestre foram provisionados R$ 143 milhões, valor suficiente para assegurar o não desconto", completa.
Fonte: Contraf-CUT