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O Acordo Marco é um documento que recomenda princípios e objetivos mínimos a serem aplicados a todas as sucursais do Itaú Unibanco no continente americano.
“Nos últimos anos, o sistema financeiro vem tendo mudanças que são impulsionadas por fatores de liberalização, mudanças de mecanismos de regulação orientadas pela competitividade e novas formas de tecnologia de informação e comunicação”, afirmou Roberto von der Osten, secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT. “Por isso, o movimento sindical passou a propor aos bancos internacionais, acordos que tragam garantias gerais para que a atuação deles siga padrões que respeitem direitos humanos e trabalhistas, em conformidade com as legislações específicas dos países onde atuam”, completou.
Também foi proposto ao Itaú a assinatura de um aditivo ao Acordo Marco – uma declaração conjunta firmada entre sindicatos e banco – que trata de venda responsável de produtos e serviços aos clientes, demarcando patamares éticos para a prestação de serviços financeiros.
O banco Itaú vai avaliar a proposta e dar sua posição aos trabalhadores até o final de agosto, quando acontecerá uma nova reunião. Mas, acenou com provável aceitação dos termos.
O movimento sindical foi representado por Márcio Monzane, diretor regional da UNI Américas; Horácio Sartori, coordenador da Rede Sindical Internacional do Banco Itaú e dirigente da Associación Bancária da Argentina; Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização de Empresa (COE) Itaú; Mauri Sérgio Martins de Souza, secretário de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT; e Hernan Parra, dirigente da UNEB e Itaú Corpbanca Colombia.