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Agora Espilma mudará de ramo. "Ainda não sei qual". Para ele, encerrar as atividades é mostrar que os ladrões venceram. "Seremos mais quatro desempregados", lamentou.
Espilma segue o mesmo caminho do comerciante, e seu amigo, Osmar Behnck, que fechou as portas do seu posto bancário depois de ser assaltado 13 vezes no bairro Obelisco. Behnck encerrou as atividades e promoveu um protesto junto com a população, também revoltada, no dia 20.
Os ataques a correspondentes bancários se tornaram uma alternativa para quadrilhas que atuam no RS, devido à falta de segurança nestes estabelecimentos.
"Enquanto lutamos junto aos bancos pela melhoria das instalações de postos de atendimento e agências, visando a redução dos ataques, acompanhamos a disseminação da prestação de serviços bancários através dos correspondentes, sem a menor estrutura de segurança", observa a diretora do Sindicato dos Bancários de Pelotas, Rosangi Kegles.
Fonte: Seeb Pelotas com edição da Fetrafi-RS