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O dirigente cutista alertou que o recente "estudo" divulgado pelo FMI para justificar o injustificável, aponta para um possível "superaquecimento" da economia brasileira, "com um risco de descontrole da inflação e do que entendem de finanças públicas". Ao contrário, assinalou, a elevação da taxa de juros, num momento em que o Brasil precisa fortalecer o seu mercado interno, é um descaminho.
Para impedir a volta do passado do arrocho salarial, do desemprego e da entrega do patrimônio público, sublinhou o secretário-geral da CUT, as centrais sindicais estão ampliando sua unidade "pelo desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho, em contraponto ao retrocesso neoliberal dos anos FHC".
Fonte: Hora do Povo