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Crédito: Agência Brasil

Ele afirmou ainda que, para continuar nesse caminho, é preciso destacar a dimensão pública do Estado. "Isso já vem acontecendo, mas ainda há uma grande lacuna, que é a necessidade de ampliar o controle social, inclusive no PAC, com representantes da sociedade civil organizada participando da gestão dos projetos e pensando a alocação de recursos a partir de preocupações sociais e ambientais, com garantia de contrapartidas tanto nos investimentos públicos quanto privados", completou.
Diante de uma platéia repleta de empresários, Artur também questionou o conceito de competitividade. "Competitividade é discutir qualidade de vida: emprego decente, saúde, creche e harmonia nas cidades, entre outras questões".
Em sua fala, Artur também lembrou que o desenvolvimento com justiça social exige também um novo padrão de comunicação de massa. Artur defendeu, à luz de resoluções aprovadas na Conferência Nacional de Comunicação, em 2009, que haja "controle social da imprensa".
Fonte: CUT Nacional