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Crédito: CUT

"Já tínhamos feito no ano passado uma reunião via Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) e queremos retomar [a reunião] para discutir as condições de trabalho nas obras do PAC. Queremos a discussão não só de Jirau, mas envolvendo todas as obras de infraestrutura que estão programadas, como as da Copa do Mundo, do programa Minha Casa, Minha Vida e do trem-bala", disse.
Além de discutir as condições de trabalho, a CUT quer também que sejam garantidas contrapartidas sociais em obras com financiamento público. "As contrapartidas envolvem emprego, renda e diálogo para tratar de condições de trabalho", explicou Artur Henrique.
O presidente da CUT afirmou que, durante a reunião com Gilberto Carvalho, também cobrou o apoio do governo para acabar com o imposto sindical. Artur Henrique apresentou um termo de compromisso firmado em agosto de 2008 entre o Ministério do Trabalho e quatro centrais, além da CUT, pelo fim do imposto.
"Falta sair da Casa Civil o projeto de lei que acaba com o imposto sindical e determina a implementação da contribuição da negociação coletiva aprovada em assembléia pelos trabalhadores", disse.
Atualmente as demais centrais sindicais não apoiam a proposta da CUT de acabar com o imposto sindical.
Fonte: Agência Brasil