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A manifestação será em solidariedade à triste situação que as trabalhadoras e os trabalhadores europeus estão enfrentando diante da crise, em especial a Grécia, Portugal e Espanha.
As políticas de austeridade tem sido devastadoras para a classe trabalhadora dessa região. Hoje na Espanha 13 milhões de pessoas, cerca de 27% da população, vivem abaixo da linha de pobreza.
A Grécia vive níveis de recessão semelhantes aos de tempos de guerra com 1,15 milhão de gregos desempregados, desemprego juvenil de cerca de 54,9%, além de 30% da população estar abaixo da linha de pobreza.
Portugal ultrapassa os 15% de desempregados e o governo pretende aumentar o tempo de trabalho (gratuitamente), com cortes nos salários e nos subsídios de férias e de Natal, desregulamentar os horários de trabalho e introduzir o banco de horas e novas formas de adaptabilidade para fomentar o agravamento do desemprego e da precariedade dos vínculos laborais.
As consequências para os trabalhadores e trabalhadoras portugueses e as suas famílias são brutais: empobrecimento generalizado; regressão drástica das condições de vida dos portugueses; perda da qualidade e da esperança média de vida.
Fonte: Contraf-CUT com CUT