Dieese – PB debate reforma do imposto de renda com sindicalistas

##Dieese_ReformadoIRPF_Site
Getting your Trinity Audio player ready...

Na manhã desta terça-feira (30), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos na Paraíba (Dieese-PB) realizou um debate com sindicalistas, no auditório do Sindicato  dos Bancários da Paraíba, com o tema Reforma do Imposto de Renda – Um passo para a justiça tributária.

O evento faz parte da Jornada Nacional de Debates, uma série de encontros para celebrar os 70 anos do Dieese assessorando sindicatos, federações e confederações nas negociações coletivas da classe trabalhadora. E teve a participação efetiva de representantes de várias categorias profissionais, inclusive do Sindicato dos Bancários da Paraíba.

O supervisor do Dieese – PB, Ediran Freitas falou da importância de dialogar com a representação sindical nessa jornada de debates. “É muito gratificante nos reunirmos com dirigentes sindicais e apresentarmos dados e análises que facilitem a comunicação na mobilização da classe trabalhadora e da sociedade para avançarmos no Plebiscito Popular e conseguirmos alcançar a justiça tributária através do congresso”, explicou.

O presidente Lindonjhonson Almeida elogiou a iniciativa do Dieese com a Jornada Nacional de Debates. “O Dieese está de parabéns em celebrar os 70 anos de apoio ao movimento sindical nas negociações coletivas e proporcionar debates de alto nível com temas diversos que fazem parte do cotidiano da classe trabalhadora e facilitam a compreensão da militância que tem a mobilização como missão”, ressaltou o presidente do Sindicato dos Bancários.

A secretária de formação do Sindicato e dirigente da CUT Paraíba, Magali Pontes, avaliou como muito positivo o debate sobre a reforma tributária justa.

“Foi muito oportuna a participação no debate sobre a busca pela justiça tributária na segunda fase desse projeto que o governo Lula tenta construir, mas que enfrenta resistência nas casas parlamentares. A taxação do consumo foi importante, mas queremos que os ricos passem a pagar impostos para obtermos isenção para quem ganha até R$ 5 mil e redução na faixa até R$ 7,5 mil, além de avançarmos na correção justa na tabela do imposto de renda. Os trabalhadores precisam estar cientes disso, participarem das campanhas e pressionarem seus parlamentares, pois não estamos dispostos a conceder anistia em troca dessa pauta que beneficia mais de 90 milhões de trabalhadores. Para evitarmos essas situações, devemos estar atentos e elegermos parlamentares comprometidos com as pautas da classe trabalhadora nas próximas eleições. Sem anistia, pela correção da tabela do IRPF e isenção de quem ganha até 5 mil, já! ”, concluiu Magali.

ois/.

Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual
Sindicalize-se
Mapa da Violência
Nossos Convênios